quinta-feira, 30 de julho de 2009

números

Todo mundo tem suas preferências. Músicas, cores, filmes, comidas. Algo que chama bastante minha atenção é a por números. Assim, para quem tá nesse meio de esportes é mais comum ver. Quantas vezes já escutei alguém dizendo: "- Só jogo se for com a n° tal" . Não que realmente seja mais comum, é só onde eu posso observar mais.


Meu número sempre foi o 9. Pra tudo, camisetas, respostas... Nunca fui atrás de saber se tinha algum significado. Dizem que cada numero carrega uma energia, ou em um significado especial. Na verdade, pra mim tinha só pelo fato d'eu simpatizar com ele. É questão de ser ímpar, porque já mudei para o número 7. E, depois de um tempo, os números acabam se tornando como uma característica da pessoa.

Explicação:
Superstição: Presságio que se tira de acidentes e circunstâncias meramente casuais.


Mas além disso, muito mais coisas envolvem esse mundo dos números. Como o fato do "24" remetir ao homossexualismo. Do "666" ser considerado o número da besta. Do "69" e esse eu nem comento. E tantos outros. Além de toda a superstição, eles fazem parte do nosso dia-a-dia. Nos calculos matemáticos, nas cédulas, nos carros, nas senhas.


Quem nunca se questionou em uma aula de matemática pra que que isso serve? Mas é inquestionável que, sem os números, tudo seria mais dificil. Não que eles signifiquem tudo, muito pelo contrário. Essa é a postagem de número 13. De primeira, nenhum signifcado pra mim, mas olhando direitinho é ímpar, do jeito que eu gosto. Ou somando e multiplicando aqui e ali... OK, devo parar por aqui, não quero acabar igual o Walter Sparrow, do filme "Número 23". Quem já assistiu, sabe!


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terça-feira, 28 de julho de 2009

não me arrependo

Acho que pela primeira vez eu sentei aqui, na frente do computador, para começar um texto do zero. E diretamente no blog. Nessa correria, ando procurando a praticidade.

Uma dia vieram me perguntar o que eu queria da vida? Me diz se isso é pergunta que se faça. Quando que eu ia dizer que não queria nada? Que eu ia esperar vendo ela passar, vendo todo mundo crescendo (em todos os sentidos) e eu parada. Não espero que ninguém queira isso para si mesmo. E é logico que pra mim, eu também não quero nada parecido.

Seguindo, então me perguntaram: - E o que você anda fazendo para isso não acontecer? Essa pergunta pra qualquer pessoa é como uma encruzilhada. Você se auto-coloca contra a parede. Para e pensa. Lembra das coisas que anda fazendo nos ultimos dias, meses, anos. Se está satisfeito. Cada vez que isso já aconteceu comigo (digo, vezes mesmo, um bocado) gerou uma mudança. Que pode ter sido mínima ou significativa. Não que seja necessário radicalizar, precisamos nos adaptar com certas novas escolhas de vida.

Penso que não há problemas em ter deixado de ter feito certas coisas no passado, de ter demorado para tomar certas atitudes, de não ter saído quando chamaram, de faltar aula, de n coisas. Assim como o que sinto não é remorso. Pode até ser arrependimento, mas não me submeto a certos tipos de sentimento que não me favorecem. Não em relação à esse assunto. Confesso que às vezes acontece isso, até porque sou humana, mas evito.

Tudo o que a gente deixou de fazer, de falar, de sentir, de viver um dia serve de reflexão, que cabe a cada um perceber e tirar como lição para correr atrás. Não é do tempo perdido, é de um tempo antigo que ainda pode ser recuperado. Certo que as coisas ficam no passado, e não é que seja querer trazê-las para o presente. E sim completar o que "faltou". Só assim, não levaremos uma vida estagnada.

(idéias fruto de uma conversa virtual...)

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