no repouso ao travesseiro
este, que sussurra:
- Levanta-te,
explode,
finde com isto.
No tempo o qual
o intervalo é a noite
sempre a culpada
e a vista não são
senão as grades
da janela defronte
E continua o travesseiro
a enfiar-me fagulhas de inspiração
pelas orelhas
- Vide, tuas lágrimas
não as quero aqui
levanta-te e salgue algum papel
Meu travesseiro é marcado
revestido das memórias
ele que já deveras maltratei
- Anda, tranque-se
Obedeci e levantei
Escrevi esse poema
Me redimi.
Passividade... bom gesto, este teu, de escrever algo muito tranquilo!
ResponderExcluirObrigada, escritora!
Matilde
talvez(,) o mais bonito.
ResponderExcluirespero a conseqüência - o livro.